Terça, 06 de outubro de 2026
Nova descoberta aumenta expectativa da Petrobras na Foz do Amazonas
Brasil
Começam os preparativos para a Expofar 2026
Cidades
Em 2028 - Diante de tanta inconsistência, pesquisas serão obrigadas a mudar a captação de dados, segundo normativa do TSE
Política
Petrobras tem maior margem de lucro entre grandes petroleiras mundiais
Economia
'Peço desculpas ao povo brasileiro': Cármen Lúcia diz que Judiciário deveria trazer tranquilidade
Brasil
Programa CNH do Brasil aumenta pedidos de habilitação em mais de 200%
Brasil
Brasil é campeão do Pré-Olímpico e garante vaga em Los Angeles 2028
Esportes
Um em cada cinco estudantes já fez apostas online, mostra pesquisa
Brasil
SUS amplia cobertura da vacina Pneumo 20 para maiores de 85 anos
Brasil
Quaest: Moro lidera no PR com 37%; Requião e Sandro Alex estão empatados tecnicamente
Brasil
Programa Bons Olhos Paraná leva atendimento oftalmológico a estudantes de Quarto Centenário
Cidades
Quem é Alexandre Curi? Conheça a trajetória do candidato ao Senado pelo Paraná
Política
No Instagram o deputado estadual e candidato ao senado, Alexandre Curi comemora o crescimento nas pesquisas
Brasil
Pastor Gilson da Ambulância, pré-candidato a federal, aposta no eleitorado evangélico do Paraná
Política
Quarto Centenário recebe etapa da Copa Oeste de Motocross neste fim de semana
Cidades
Política

05/10/2026 às 22h43 - atualizada em 05/10/2026 às 23h01

20

Redacao

Maringá / PR

Em 2028 - Diante de tanta inconsistência, pesquisas serão obrigadas a mudar a captação de dados, segundo normativa do TSE
Em nota divulgada na segunda-feira (28), a ABEP já havia criticado a adoção das novas exigências em meio ao processo eleitoral deste ano. A entidade argumentou que a implementação das mudanças deveria ocorrer somente depois de um debate técnico mais amplo com participação efetiva do setor e em “período adequado de transição”.
Em 2028 - Diante de tanta inconsistência, pesquisas serão obrigadas a mudar a captação de dados, segundo normativa do TSE

Em ofício assinado em 17 de setembro, o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, passou a exigir mais detalhes sobre a coleta de dados, a metodologia e os questionários a partir de 5 de outubro, um dia depois do primeiro turno. O ofício foi enviado aos representantes legais das empresas que realizam pesquisas eleitorais.

Quais são as mudanças estabelecidas pelo TSE?

Algumas das novas exigências na hora do registro incluem:

descrição da amostra da pesquisa, descrevendo a população que foi entrevistada, o nível de confiança e margem de erro máxima;

detalhamento da metodologia de campo, com a base utilizada para acessar o eleitorado e a indicação o uso de mídias durante a entrevista;

exigência sobre a estrutura do questionário, com informações sobre a ordem das perguntas que foi apresentada aos entrevistados.

Além disso, para depois da divulgação das pesquisas, as empresas devem:

registrar o dia e a hora do início e do fim da realização dos questionários;

apresentar a amostra real e o descarte, mostrando o tamanho efetivo da amostra e se houve alguma recusa, perda ou substituição de entrevistados;

demonstrar o modo de coleta das respostas, incluindo a plataforma utilizada, metodologia de ponderação e medidas de precisão estatística;

trazer o cálculo da taxa de resposta e identificar eventuais limitações metodológicas em um relatório próprio.

Em nota divulgada na segunda-feira (28), a ABEP já havia criticado a adoção das novas exigências em meio ao processo eleitoral deste ano. A entidade argumentou que a implementação das mudanças deveria ocorrer somente depois de um debate técnico mais amplo com participação efetiva do setor e em “período adequado de transição”.

No documento enviado ao TSE, a entidade fez um pedido de liminar (decisão provisória) para que o preenchimento dos novos campos de informação no sistema sejam facultativos durante as eleições deste ano.

Também solicita que o não preenchimento, informações incompletas ou eventuais divergências metodológicas não impeçam o registro e a divulgação de pesquisas nem produzam efeitos jurídicos que não estejam previstos na regulamentação vigente. Como alternativa, a ABEP sugere que o tribunal tenha um regime de transição para a adoção das novas exigências. (G1)


O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

0 comentários

Veja também
Facebook
© Copyright 2026 :: Todos os direitos reservados