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Paraná

Eleição para o Senado: direita e centro se dividem no Paraná e favorece Gleise Hoffmann

O xadrez político muda com a mesma rapidez que um dia de verão em Curitiba, mas ao analisar esse cenário, a consistência do voto da esquerda e a divisão dos demais candidatos, Gleise sai na frente, fidelizando o voto de Lula e Requião Filho e na espera da pulverização dos votos da direita/centro.

Uma conta muito simples para o senado: quem tiver mais votos leva. Candidata da esquerda: Gleise Hoffmann (PT) com o apoio de todo grupo capitaneado por Requião Filho (PDT).

Candidato de centro esquerda: Flávio Arns (PSB), mas ainda não há confirmação, atualmente no mandato, Flávio não dá sinais para uma possível reeleição.

Candidatos de direita: Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL)

Possíveis candidatos de centro direita: Cristina Graeml (União Brasil), Alexandre Curi (PSD), Álvaro Dias (MDB).

Lembrando que nessa eleição o eleitor vota em dois candidatos ao senado. O sistema utilizado nas eleições para o cargo de senador é o majoritário. É eleito o candidato que obtiver o maior número dos votos apurados no estado em que concorre. O mandato dos senadores é de oito anos, mas as eleições para o Senado acontecem de quatro em quatro. Assim, a cada eleição, a Casa renova, alternadamente, um terço e dois terços de suas 81 cadeiras.

A importância do Senado – Senado é a única casa legislativa que pode cassar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A competência para decidir sobre a cassação de mandato de parlamentares, incluindo ministros do STF, é atribuída ao Congresso Nacional, especificamente à Câmara dos Deputados e ao Senado. No entanto, a prática de impeachment de ministros do STF é complexa e depende de uma ampla maioria de votos, o que pode dificultar a ação.

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